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Entrevista | Correio Braziliense

Entrevista | Correio Braziliense
11/02/2018 admin

Cães e gatos são muito diferentes dos seres humanos? Eles sofrem? Têm sentimentos similares aos das pessoas? As questões emocionais e os aspectos da psicologia animal, principalmente de cachorros e gatos, foram tema de uma reportagem do jornal Correio Braziliense. O assunto foi discutido por especialistas e a diretora acadêmica e científica do Psicologia Animal, Ceres Faraco, também deu sua contribuição, como uma fonte de referência nacional sobre o tema.  
Acompanhe um resumo da publicação!

Linguagem, emoções e saúde mental nos animais 

“Os animais têm uma linguagem própria e não verbal. Há testes importantes para aferir desvios comportamentais, que dão os indicativos de uma doença psíquica. Sabemos que eles devem agir, então, oferecemos desafios para os bichos e vemos se eles corresponderão aos nossos estímulos”, esclarece a veterinária Ceres Berger Faraco, integrante da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal (Cebea), do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CHMV). 
Além do comportamento, são analisados três outros dados antes de finalizar qualquer diagnóstico: o primeiro é sobre o período de desenvolvimento, que se refere às emoções 
que o bicho experimentou na infância; o segundo, o ambiente no qual ele está inserido; e o terceiro tem a ver com a herança genética. “Muitos fatores podem afetar a saúde mental dos animais, como o abandono durante a criação e as turbulências ao longo da gestação. Às vezes, eles entram em um quadro de estresse, ansiedade e depressão por não conseguirem dar vazão às necessidades evolutivas”, afirma Faraco.

Luto, doença e agressão: mudanças no comportamento 

O ambiente em que o cão ou gato está inserido, as pessoas que estão próximas e os sentimentos que os rodeiam podem refletir no comportamento no animal. Histórias de luto, adoecimento do tutor e situação de agressão e maus tratos foram relatadas na reportagem. 

Velhice: eles também sentem a idade

Sobre as questões de comportamento em cães e gatos na velhice, Ceres destacou, na reportagem, que, assim como acontece com os humanos, eles também sofrem com disfunção cognitiva e podem agir de forma diferente. “Muitos adquirem um comportamento mais atrapalhado. Isso está cada vez mais comum, pois estão cada vez mais longevos. Os sintomas são bem parecidos com o do Alzheimer”. 
Para conferir a reportagem na íntegra, faça o download do artigo (LINK com PDF) ou acesse o link.
 
Ceres Berger Faraco, diretora acadêmica e científica do Psicologia Animal, é graduada em Medicina Veterinária, especialista em Toxicologia,  mestre e doutora em Psicologia com período de pesquisa na Universidade de Valência, na Espanha. Atualmente é coordenadora e professora do Curso de Especialização em Comportamento Animal da Unifeob (SP) e professora do Curso de Veterinária do  Centro Universitário Ritter dos Reis, UniRitter. Em clínica, trata de distúrbios comportamentais dos cães e gatos, sempre na busca por oferecer a melhor qualidade de vida possível. Ceres é ainda presidente da Associação Latino-Americana de Zoo-Psiquiatria (AVLZ) e vice-presidente da Associação Médico Veterinária Brasileira de Bem-Estar Animal (AMVEBBEA). Ceres é figura atuante em palestras pelo Brasil e pelo mundo.
 
O Psicologia Animal, criado em 2009, é um instituto voltado para o bem-estar e, em especial, o comportamento animal. Por meio de sua plataforma digital, pioneira no segmento, promove cursos e outras atividades de ensino e é referência na divulgação, formação, implementação e produção de conhecimento sobre as relações entre seres humanos e os demais animais. 
 
Acesse nosso blog e confira orientações importantes para o bem-estar e a saúde de cães e gatos. 

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